Transforma-se uma feira de emprego isolada num programa anual ao ligá-la a pontos de contacto contínuos com as empresas – talks, workshops, visitas ao campus e programas de alumni – e ao apresentar esse calendário completo num só lugar: o Talent Portugal Summit.
Para um gabinete de empregabilidade universitário, esta mudança de perspetiva resolve um problema muito concreto: manter as empresas interessadas quando não há um evento agendado.
É esse o papel do Talent Portugal Summit: o evento anual organizado pela Talent Portugal onde universidades, associações de estudantes e empresas se encontram num só dia para apresentar e conhecer a agenda de feiras de emprego e outros eventos de empregabilidade do ano letivo seguinte.
Porque é que uma feira de emprego isolada perde eficácia?
Uma feira isolada gera contacto pontual sem continuidade: as empresas participam um dia, recolhem candidaturas, e a relação esfria até ao ano seguinte.
O gabinete de empregabilidade investe meses a preparar um único dia.
As empresas, por seu lado, tratam a participação como uma ação avulsa no calendário de recrutamento, sem visibilidade sobre o resto da oferta da instituição formação contínua, talks, programas de mentoria.
Como funciona um programa anual de relação com empresas?
Funciona quando a feira passa a ser o pico visível de um calendário que já inclui talks, workshops e visitas de empresas, divulgado às empresas como um pacote único.
Em vez de negociar a participação empresa a empresa, todos os anos, o gabinete de empregabilidade apresenta o calendário completo de uma só vez.
É exatamente este o objetivo do Talent Portugal Summit: reunir entidades de ensino e empresas para que as instituições mostrem a sua agenda de eventos de empregabilidade para o ano letivo todo, e as empresas decidam onde e como querem participar.

Ainda a promover só o dia da feira? Eis o que perde
Três erros comuns limitam o alcance de uma feira tratada como evento único:
1. Divulgação apenas nas redes da instituição – limita o alcance às empresas que já conhecem o gabinete de empregabilidade.
👉 Anuncie a sua feira de emprego gratuitamente no pesquisador de feiras de emprego da Talent Portugal e chegue a empresas fora da rede habitual.
2. Convites avulsos por email, empresa a empresa – exige esforço manual e tem uma taxa de resposta baixa.
👉 Divulgue a feira por email a mais de 1.000 empresas de uma só vez, sem repetir este trabalho a cada edição.
3. Apresentar só a feira, sem o resto do calendário anual – a empresa não vê motivo para investir tempo além de um dia. Participar no Talent Portugal Summit permite apresentar talks, workshops e visitas junto com a feira, como um programa contínuo.
Que eventos, além da feira, mantêm viva a relação com as empresas?
Talks com profissionais, workshops de empregabilidade e visitas de empresas ao campus mantêm o contacto ativo entre feiras, sem exigir um evento de grande escala.
Estes quatro formatos funcionam como pontes entre edições da feira.
- 1. Um talk trimestral com uma empresa parceira;
- 2. Um workshop de preparação para entrevistas com participação empresarial;
- 3. Uma visita de recrutadores ao campus mantêm o nome da instituição presente no calendário da empresa o ano inteiro;
- 4. Um programa de alumni, que liga antigos estudantes já colocados nessas empresas, reforça esta ligação e dá credibilidade ao convite seguinte.
O que precisa um gabinete de empregabilidade para gerir isto sem recursos extra?
Precisa de um único lugar onde anunciar cada evento e a oferta de formação contínua, sem depender de várias plataformas ou de contacto manual, empresa a empresa.
👉 A Talent Portugal reúne já mais de 50 entidades de ensino superior e mais de 200 empresas na mesma plataforma.
Isso significa que o gabinete de empregabilidade não precisa de negociar visibilidade do zero a cada evento: registe a feira no pesquisador, e reserve o Talent Portugal Summit, que já reuniu mais de 280 profissionais e mais de 80 empresas numa só edição.
O programa vale mais do que o dia
Um gabinete de empregabilidade que trata a feira como o único ponto de contacto com o mercado está a desperdiçar o trabalho feito o resto do ano. O programa anual, não o evento isolado, é o que faz uma empresa voltar todos os anos.































