Medir o sucesso de uma feira de emprego só pelo número de participantes esconde o que realmente importa. Os indicadores que mostram valor são as empresas presentes, as reuniões realizadas, as candidaturas geradas, a satisfação de alunos e de empresas, a empregabilidade gerada e a continuidade da relação entre a entidade de formação, as empresas e os candidatos.
Para um gabinete de empregabilidade, este número de cabeças à porta é fácil de apresentar à direção. Mas não responde à pergunta que realmente importa: esta feira aproximou candidatos de empresas de forma que se traduziu em algo concreto?
A Talent Portugal acompanha feiras de emprego em +50 entidades de ensino superior e a experiência repete-se: as edições que justificam o investimento no ano seguinte são sempre as que conseguem mostrar resultados, não apenas presença.
Que indicadores mostram realmente o sucesso de uma feira de emprego?
As sete métricas que interessam são: empresas presentes, reuniões realizadas, candidaturas geradas, satisfação de alunos, satisfação de empresas, empregabilidade e continuidade da relação.
Cada uma responde a uma pergunta diferente.
- • Empresas presentes e reuniões realizadas mostram a densidade de contacto direto.
- • Candidaturas geradas mostram conversão real.
- • Satisfação de alunos e de empresas mostra se a experiência foi boa o suficiente para repetir.
- • Empregabilidade e continuidade da relação mostram o impacto meses depois do evento – o que separa uma feira pontual de um gabinete de empregabilidade com reputação consolidada junto das empresas.
Porque é que contar participantes já não chega?
Contar participantes diz quantos alunos entraram. Não diz se falaram com as empresas certas, se se candidataram a alguma coisa ou se voltariam a inscrever-se numa próxima edição.
O problema desenvolve-se assim: a direção pergunta pelo retorno do investimento, o gabinete de empregabilidade só tem o número de entradas, e a conversa fica sem argumento.
A resolução passa por registar cada reunião e cada candidatura no momento em que acontecem, não semanas depois de memória.
👉 Um software de candidaturas como o da Talent Portugal resolve exatamente isto.
Cada aluno cria um perfil no momento da feira, e esse perfil fica associado às candidaturas que submete. No final do dia, o gabinete de empregabilidade sabe quantos perfis foram criados, quantas candidaturas foram feitas e a que empresas se destinaram, não uma estimativa, um número exportável.
É esta ligação entre perfil e candidatura que transforma “estiveram cá 400 alunos” em “120 alunos candidataram-se a 6 das 12 empresas presentes”.
Infográfico: como o software de candidaturas da Talent Portugal permite acompanhar perfis, candidaturas e empresas numa feira de emprego
O que não funciona e porquê
Três práticas comuns que não sustentam uma boa avaliação:
- • Contar apenas entradas na porta, sem qualquer registo do que aconteceu depois de cada aluno entrar.
- • Recolher feedback de forma informal, por conversa de corredor, sem dados que se possam comparar entre edições.
- • Avaliar apenas no dia do evento, ignorando candidaturas e contratações que surgem semanas depois.
A alternativa apoia-se em três ferramentas concretas:
- 1. O software para feiras de emprego regista cada perfil criado, cada candidatura submetida por QR Code e a que empresas foi enviada, com exportação direta para as empresas participantes.
- 2. O Pesquisador de Feiras de Emprego mostra o histórico real de cada edição, incluindo o número de entidades e empresas envolvidas.
- 3. O Talent Portugal Summit reúne, ano após ano, o feedback direto de entidades de formação e de empresas sobre o que resultou.
Como recolher feedback de alunos e empresas sem sobrecarregar a equipa do gabinete de empregabilidade?
O feedback deve ser recolhido através do software da feira, no momento da candidatura, complementado com um inquérito curto às empresas logo a seguir ao evento.
Isto evita duas armadilhas comuns: pedir feedback tarde demais, quando já ninguém se lembra dos detalhes, e sobrecarregar a equipa com formulários longos que ninguém preenche até ao fim.
Nas feiras onde a Talent Portugal está presente, este registo em tempo real é o que permite às entidades apresentar, semanas depois, um relatório com números e não apenas impressões.
O que precisa de ver resolvido o coordenador de um gabinete de empregabilidade?
O coordenador precisa de dois resultados ao mesmo tempo: mostrar às empresas que vale a pena voltar, e mostrar à sua própria direção que a feira gera retorno mensurável.
Para isso, a feira de emprego deve estar visível onde as empresas já procuram e não depender apenas da rede de contactos pessoais do gabinete.
👉 É possível anunciar a feira de emprego gratuitamente no site da Talent Portugal.
Uma feira só justifica o investimento se mostrar continuidade
Um gabinete de empregabilidade que só conta cabeças à entrada nunca vai conseguir justificar o investimento da sua feira perante a direção. Os números que contam são os que mostram continuidade: empresas que voltam, candidatos que são contratados, relações que se mantêm de edição para edição.































