Quem não está nas redes sociais não existe

Empresas estão a dar mais atenção à sua imagem enquanto empregadores. Redes sociais são fundamentais para atrair talento, diz Luís Sottomayor.

Não acontece em todos os setores, nem em todas as profissões, mas é uma realidade. O mercado laboral mudou em Portugal nos últimos anos, fruto da instalação no país de grandes operações globais de serviços, e do aparecimento de tecnológicas nacionais em forte crescimento.

Neste contexto, o chamado employer branding ganha cada vez maior relevância. “O employer branding é a reputação de uma empresa enquanto empregadora, o que naturalmente sempre existiu.”

A imagem que a empresa projeta enquanto empregadora torna-se fundamental para atrair os profissionais de que precisa. E para moldar essa imagem, os responsáveis de recursos humanos atuam em várias frentes. A criação de ambientes de trabalho humanos, funcionais e divertidos são “um cartão-de-visita fundamental para a atração de talento”, considera Luís Sottomayor. Mas não será o mais importante. As redes sociais são fundamentais. “Cada vez mais se pode afirmar que quem não está nas redes sociais, em particular para os millennials, não existe”, diz o gestor da Talent Portugal.

Os setores onde existem as melhores práticas ao nível de employer branding em Portugal são aqueles em que a falta de recursos qualificados mais se faz sentir, como é o das tecnologias de informação. Mas há também grandes grupos nacionais a trabalhar bem a sua reputação enquanto empregadores, diz Luís Sottomayor.

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